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Perdas de mercadorias durante o transporte devido à temperatura

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Revisado e ampliado no guiaPerdas de mercadorias por temperatura no transporte: de onde vêm e quem paga a conta

As perdas de mercadorias pela falta de manutenção da temperatura de produtos perecíveis em trânsito se originam de vários processos. A incorreta seleção de parâmetros de funcionamento dos equipamentos de refrigeração, falhas no processo de carregamento, paradas de máquina devido à deficiência nos procedimentos de manutenção e falhas de supervisão, somados a deficiência nas informações obtidas
através de sensores paralelos instalados no interior do baú frigorifico resultam em custos altíssimos, perda de credibilidade de mercado e transtornos judiciais que impactam diretamente nas operações logísticas praticadas por toda cadeia de transportadores, embarcadores, seguradoras, e claro, o cliente final.

Caminhão com contêiner azul em movimento numa rodovia, visto de trás e de lado, com outros dois caminhões ao fundo sob céu claro

As cargas rotuladas de sensíveis podem ser consideradas como cargas que possuem uma pequena faixa de variação admissível de temperatura, como por exemplo frutas e hortaliças, carne resfriada e outros perecíveis, como medicamentos, que requerem uma supervisão e um controle dedicado para que os padrões de qualidade sejam mantidos, bem como a integridade da carga. Tratando-se de alimentos, a perda de cor, sabor, textura e valor nutritivo são alguns dos efeitos provocados quando submetidos a injúrias causadas pelo frio, causados principalmente por erros de seleção da temperatura pelo operador (motorista) e parâmetros de configuração inadequados das máquinas, provocando o congelamento superficial ou a deterioração por excesso de calor dessas cargas, pondo em risco a segurança alimentar de quem consome.

Baseando-se nessas perdas de alto valor agregado, os embarcadores adotam processos de seleção e ranqueamento que são impostos para que se mantenha um padrão de qualidade aceitável. Transportadoras condicionam seus melhores implementos e seus melhores operadores (motoristas) para evitar transtornos durante a mercadoria em trânsito. Embarcadores por sua vez selecionam suas melhores transportadoras para diminuir o risco de danificar sua mercadoria e terem problemas futuros com seus clientes finais. Seguradoras acabam variando seu valor por cada carga assegurada em função do histórico de perdas.

Sendo assim, uma cadeia inteira de produção, distribuição, venda e consumo acaba sendo penalizada através de altos custos (refletindo no valor final da mercadoria) e tempo em trânsito por transtornos diversos, que podem ser eliminados com a utilização de tecnologias de monitoramento modernas, como o Kohmnect.

Fim da leitura

Chegada ao destino

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